Tem música que a banda escreve e tem música que, uma hora, deixa de ser só da banda. “O Sol” é das duas. Muita gente conhece a canção, canta o refrão inteiro e nem sabe que ela começou aqui, num disco ao vivo da Tianastácia gravado em 2004.
Quem escreveu “O Sol”
“O Sol” é composição de Antônio Júlio, guitarrista da formação original da Tianastácia e, desde 2022, nosso vocalista. Ele está na banda desde o começo, em 1992, em Belo Horizonte, ao lado do irmão Beto Nastácia no baixo.
O disco ao vivo de 2004
A primeira gravação de “O Sol” está no disco ao vivo que a Tianastácia lançou em 2004. Foi o nosso primeiro DVD, gravado no Pop Rock Brasil para cerca de 50 mil pessoas. Nessa altura a banda já tinha no currículo o FestValda, o Festival da Música Brasileira e o Rock in Rio III, capítulos que contamos na história dos nossos mais de 30 anos.
A versão do Jota Quest e o rádio de 2006
Em 2005, o Jota Quest gravou “O Sol”. A versão deles pegou o país: foi a música mais tocada do Brasil em 2006. Foi aí que muita gente conheceu a canção, no rádio do carro ou na festa de formatura de alguém.
Para uma banda mineira de rock, ver uma música sua tocando em todo canto do país na voz de outra banda mineira tem um gosto específico. Dá orgulho. E dá vontade de contar, sempre que alguém canta junto, que ela nasceu em um palco da Tianastácia.
Milton Nascimento, em 2010
Em 2010, Milton Nascimento também gravou “O Sol”. Aí não tem muito o que comentar: uma canção composta por um músico de BH, gravada por Milton, é o tipo de coisa que a gente guarda pra sempre.
E hoje?
Hoje quem canta “O Sol” à frente da Tianastácia é o próprio autor. Desde 2022, quando Podé se afastou da banda, Antônio Júlio assumiu o vocal. A formação atual tem ainda Beto Nastácia no baixo, Egler Bruno na guitarra e Amanda Barbosa na bateria, que chegou em 2024.
Se você quer ouvir a versão de quem escreveu a música, ao vivo, no seu evento, é só ver como contratar o show da Tianastácia. E se quiser ouvir os outros discos, a discografia completa vai do “Acebolado”, de 1996, ao “Sonhos Loucos”, de 2021.